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laynha

32 meses atrás

Como anda a saúde pública no Brasil?
Fechado

A saúde pública do Brasil tem se revelado de baixíssima qualidade e em quantidade inadequada para atender a população, notadamente, a população pobre. Quantas vezes temos visto pela grande mídia relatos e imagens que nos deixam indignados e revoltados com falta de estrutura física e humana para atender as pessoas? Certamente, muitas vezes. Quem tem um plano de saúde privado passa pelo mesmo problema? O Brasil gasta de forma adequada com a saúde dos brasileiros?
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pitagoras2

  32 meses atrás
Um caos total. Infelizmente, até hoje, estamos sofrendo com a calamidade que é a nossa saúde pública...
0 comentários

Liroka

  32 meses atrás
Falta muita coisa para ela se tornar média. O desvio de verba da saúde é um grande problema pra o Brasil.
0 comentários

artur-op

  32 meses atrás
A saúde pública do Brasil tem se revelado de baixíssima qualidade e em quantidade inadequada para atender a população, notadamente, a população pobre. Quantas vezes temos visto pela grande mídia relatos e imagens que nos deixam indignados e revoltados com falta de estrutura física e humana para atender as pessoas? Certamente, muitas vezes. Quem tem um plano de saúde privado passa pelo mesmo problema? O Brasil gasta de forma adequada com a saúde dos brasileiros?
Os gastos com saúde no Brasil são gigantescos, entretanto, a carência de recursos médicos ainda persiste, notadamente nas regiões mais distante dos grandes centros e nas periferias das grandes cidades brasileiras. O Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) realizou um estudo no qual comparou os gastos com saúde de diversos países. No Brasil são gastos 7,6% do PIB por anos com saúde, destes, 45,6% é do setor público e o restante corresponde aos gastos do setor privado. Aliás, no Brasil, o setor privado cobre, por meio de planos de saúde, atendimentos avulsos, hospitais e outras formas, cerca de 48 milhões de pessoas, gerando uma receita anual de aproximadamente US$ 27,2 bilhões. Em comparação com outros países, o Brasil está em uma posição intermediária. Os Estados Unidos gastam 15,2% do PIB, sendo 44,6% do setor público; na Alemanha são essas proporções são 11,1% e 78,2%; no Canadá são 9,9% e 69,9%; México são 6,2% e 46,4%; Argentina são 8,9% e 48,6%; no Chile são 6,1% e 48,8%. A média do conjunto dos países da América Latina são de 6,7% do PIB com gastos com saúde sendo que 54,4% deste gastos corresponde ao gasto público, na média dos países considerados ricos tem-se 10,8% do PIB com gastos de saúde com a participação do setor público sendo de 68,2%.
Observa-se dos números acima que nos países mais ricos apesar de a renda média ser muito superior à renda do Brasil gastam em termos percentuais com saúde muito mais que o Brasil gasta. Além disso mais da metade dos serviços médicos é pago pelo setor privado, embora muitos desses gastos privados acabam se tornando do setor público em razão das isenções descontos no imposto de renda. O Brasil gasta mais do que a média dos países da América Latina, entretanto, a participação do setor público é menor. Na comparação com os países ricos, então no Brasil temos consideravelmente menos gastos com saúde (em termos do PIB e de valor absoluto) e muito menos participação do setor público nos gastos totais com saúde.
Isso tem levado ao programa público de saúde, o Programa Único de Saúde (SUS), a atender quase que exclusivamente as pessoas mais pobres, visto que até mesmo a grande maioria das pessoas que trabalham em fábricas e em empresas em geral estão cobertas por algum plano de saúde privado. Ficam para serem atendidas pelo programa do governo as pessoas que não possuem nenhum plano privado, correspondendo geralmente as pessoas desempregadas, as subempregadas, os aposentados e as pessoas empregadas de pequenas empresas. Esse universo de pessoas apesar de constituir em uma grande quantidade tem muito pouca visibilidade e respeitabilidade entre os formadores de opinião e as autoridades responsáveis pela oferta de saúde pública para que suas vozes de reclamos sejam ouvidas por esses. Esse é o principal motivo pelo qual a saúde pública é tão caótica em nosso país, ou seja, as nossas autoridades brasileiras e a sociedade não dão a atenção devida para as pessoas que precisam dos atendimentos médicos do setor público. Quando as próprias pessoas que utilizam a saúde pública se organizarem de forma eficaz e sistemática, criando um movimento firme e forte, então os gastos com a saúde irão aumentar significativamente e a qualidade e a quantidade dos serviços de saúde pública no Brasil aumentaria bastante e as pessoas seriam atendidas com muito mais dignidade e respeito nos hospitais e postos de saúde públicos em todo o nosso país.
0 comentários

rhest

  32 meses atrás
Não é de hoje que a situação anda precária, é preciso disposição, sorte e muita reza para aqueles que dela dependem, e a situaçãqo só tem piorado consideravelmente.
0 comentários

Imperios1

  32 meses atrás
Mal, mui mal...saúde pública no Brasil - É preocupante o declive no gráfico de eficiência que passa hoje a saúde pública no Brasil. Administradores negligentes em parceria com governantes corruptos resultam na necessidade dos cidadãos em recurrer à hospitais privados ou planos de saúde. A baixa qualidade de atendimento e excesso de pacientes para pouca estrutura tem parte da explicação nos baixos salários pagos à médicos e demais profissionais da área. O número de usuários da rede de saúde pública está com sobrecarga de cerca de 30% em relação ao número estimado que seria possível atender sem grandes filas de espera.
O agendamento de consultas em postos de saúde beira o desesperador: algumas consultas só podem ser agendadas para até 6 meses após o dia do agendamento, enquanto muitos exames sequer estão disponíveis. Na tentativa de amenizar os problemas da saúde pública no Brasil, políticos lançam novos nomes para serviços já prestados, como AMA ou mutirões, mas jamais mantêm o foco no bem estar da população e/ou abrangência do atendimento. É bastante comum, principalmente nas metrópoles brasileiras, que pacientes morram na fila de espera por tratamentos, transplantes e consultas. Uma triste realidade que tende à piorar.
A campanha da Fraternidade de 2012, trata exatamente deste tema, sobre Fraternidade e Saúde Pública no Brasil. O lema da campanha é um versículo do livro do Eclesiástico: Que a saúde se difunda sobre a terra! A intenção da campanha é discutir sobre a realidade da administração pública no país, visando melhorar o atendimento e qualidade do serviço.
A criação do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, e o crescimento econômico não foram suficientes para ampliar os recursos da saúde no Brasil ao longo dos anos, segundo os especialistas consultados pelo R7. Os atuais gastos com a saúde pública no país ficam muito abaixo do que é investido por nações que também oferecem saúde gratuita, como Reino Unido, Alemanha, Canadá e Espanha. Governo precisa investir mais 60% para melhorar a saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil gastou 3,6% do PIB (Produto Interno Bruto, ou a soma de todas as riquezas do país) com a saúde pública, em dados de 2008 – último balanço oficial contando Estados e municípios. O valor equivale a quase R$ 109 bilhões. De acordo com dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), 56% do que é investido em saúde no Brasil vem de recursos públicos. Já os países citados investem ao menos 6% de seu PIB no setor público de saúde. Com isso, 60% a 70% do que é gasto com saúde é responsabilidade dos governos, segundo relatório da Opas (Organização Pan Americana de Saúde). Perfil de gastos mudou pouco em anos, segundo Aquilas Mendes, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), isso mostra que o Brasil, mesmo tendo mudado seu perfil econômico, ainda está longe de ter o status de desenvolvimento no setor da saúde.
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cereia

  32 meses atrás
A SAUDADE PÚBLICA NO BRASIL TA UM CASO SERIO, PRINCIPALMENTE NAS AREAS NOBRES, PRECISAMOS MAIS DE ATENÇÃO DO GOVERNO...XEGA DE TANTA INDISPRISSENCIA PRECISAMOS DE AJUDA PARA PODER FAZER UM BRASIL MELHOR!!!!!!
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wylliamdark

  32 meses atrás
agora muito melhor do ki antes er oq eu axo com os novos presidentes e novos hospitais eu axo ki melhorou bastante
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erika.bontempo

  32 meses atrás
Eu na verdade não utilizo a saúde pública, tenho a sorte de poucos de poder contar com a saúde privada, mas pelo que tenho visto está bem ruim, os hospitais não tem médicos e quando tem não tem equipamentos para realizar os exames nos pacientes. Os hospitais estão em estado bem crítico, com pessimas condições de limpeza e higiene, funcionários mal capacitados, e com poucos funcionários em geral. O governo deveria se preocupar mais em melhorar as condições de saúde pública. Com relação à saúde privada, enganasse quem acha que é uma maravilha, muitas vezes enfrentamos os mesmos problemas que os que utilizam os hospitais públicos... demora no atendimento, médicos e funcionários em geral mal capacitados... Esse é nosso Brasil... Só é bem atendido quem tem dinheiro para ir a um hospital de elite e de preferencia pagando particular...
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Miriamdeoliveira1

  32 meses atrás
na minha opiniao esta pessima qualidade porque infelilmente nossos governadores e deputados e veriadores e prefeito não estao nem ai para nos aqui onde eu moro e pessima o problema com saude aqui o pobre sofreabrirão umas upa acho que esopara enfeite quando chegarmos la nunca tem nada sempre sem medico nenhum e quando voce da uma sorte tem que esperar mai de 4 horas a espera deum medico para olhar para sua cara ede medicar so de boca nem te consuta direito
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bababababa6

  32 meses atrás
muito ruim uma porcaria não presta os ministros não vazem nada por isso temos que tomar uma providensia contraisso queremos um brasil melhor
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